inenarrável debate cujo ponto alto foi um absolutamente confrangedor minuto de silêncio "pelos bombeiros" pedido por Costa Pereira ("eu não venho para aqui preparado com propostas para apresentar...") e exigido por quem já só consegue usar a terceira pessoa do plural para atrair atenções sobre si, Nuno Cardoso.
mas vamos lá fazer um esforço para dar alguns destaques "àquela conversa de café":
propostas comuns: a reabilitação do Mercado do Bolhão, a "devolução" do Teatro Rivoli à cidade, a aposta na reabilitação urbana e o repovoamento da cidade ( com Nuno Cardoso a prometer fazer regressar à cidade “a comunidade de judeus sefardistas que saíram do Porto em 1500” e Costa Pereira, transformar a Alameda 25 de Abril num skate park...)
a preparação de todos: o candidato do PTP achava que nenhum dos candidatos tinha sido presidente da câmara (Nuno Cardoso teve de lhe lembrar que já foi), e Menezes ainda pensa que Rui Moreira irá colocar como vereadora da Cultura a actual responsável da Cultura de Rui Rio, Guilhermina Rego ("apesar de discordar da política cultural da actual vereação). a pasta da Cultura, caso Moreira vença as eleições, será de Paulo Cunha e Silva...
promessas a concretizar: Pedro Carvalho conseguiu que Menezes, Pizarro e Moreira se comprometessem a revogar o regulamento municipal de habitação do Porto que impõe, por exemplo, que só se possa candidatar a uma habitação camarária quem morar na cidade há sete anos, mas sem que se tenha percebido que alterações propõem e...ninguém quis saber.
momento hilário "dos hilários": enquanto Pizarro criticava as políticas de austeridade do Governo PSD/CDS, por oposição às propostas de Menezes, este retorquiu que oferecia “livros escolares às crianças de Gaia há cinco anos e vacinação gratuita há dois”. “Vacinação gratuita existe no país há décadas, doutor Menezes”, ironizou Pizarro, arrancando gargalhadas na plateia. eu nem aqui consegui rir.