© 2012 | Paulo Alves
quarta-feira, abril 25
sábado, abril 21
o Porto gosta de vinil
a Jo-Jo's, loja situada na Rua de Cedofeita, recebe hoje o Record Store Day pelo quarto ano consecutivo apostando numa fórmula que tem sido sinónimo de sucesso nos últimos anos. estão agendados concertos, entre as 15h00 e as 20h00 de Blac Koyote, Keso, Evols, We Trust, Memória de Peixe e Ghuna X. todos os artigos da Jo-Jo's têm 20% de desconto.
a Louie Louie, situada na rua do Almada, onde evento também já é tradição, está prevista a presença de um DJ durante a tarde e mantêm-se os descontos, na ordem dos 20%. o destaque da programação da Louie Louie vai para o lançamento de um vinil da autoria dos portuenses Unzen Pilot.
(num outro lado meu explico porque gosto tanto de vinil...)
Dragão expõe Júlio Resende
cerca de 50 obras do mestre Júlio Resende vão estar em exposição no foyer poente do Estádio do Dragão. a mostra “As cores de Resende”, promovida pela Galeria InArts, irá revisitar, até 20 de Maio, algumas facetas da carreira do mestre portuense.
e descobrir vielas e túneis medievais?
para os mais aventureiros e os craques do trail, há o percurso extreme de 46 quilómetros. para quem gosta de correr, mas ainda não tem muita experiência, há uns 24 quilómetros "mais puxadinhos" e, por fim, para os amadores, o percurso de 12 quilómetros. em qualquer um deles, "túneis, escadas, vielas e calçadas vão exigir o melhor" de cada participante. o exigido é simples: sapatilhas confortáveis e muita vontade, já que os preços de inscrição ainda não estão definidos, nem as datas. quem quiser pode ir acompanhando aqui.
o que já está confirmado é um trail nocturno, dia 27 de Abril. as informações estão no evento do FB
António Mega Ferreira no Porto
o convidado de Sérgio Almeida para o próximo “Porto de Encontro” é o escritor António Mega Ferreira, e a conversa com os leitores está marcada para amanhã, 22 de abril, às 17:00, no auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.
reflectir para agir
(re)conhecer a(s) identidade(s) do Centro Histórico do Porto, tentando entender o que faz dele um território coeso mas igualmente um lugar de enorme diversidade. hoje.
AS ÁRVORES, ESTÚPIDO?
terça-feira, abril 17
todos os segundos sábados de cada mês
a programação é variada. música, poesia, actividades infantis e cinema, esta última em parceria com o Cineclube do Porto. todos os livros contarão com 20% de desconto, estando as lojas aderentes abertas até às 20h. a ideia não é nova mas finalmente arrancou com a ajuda de uma empresa de comunicação e imagem, com chancela editorial, a Culture Print.
o projecto centra-se na zona da Mártires da Liberdade, Carlos Alberto, Cedofeita e área envolvente, a zona do Porto com maior concentração de livrarias.
a festa do livro, é o que se pretende que seja, à semelhança do que acontece com as galerias de arte em Miguel Bombarda.
quarta-feira, abril 4
Jardim do Passeio Alegre
© 2012 | Paulo Alves.
a tarde de domingo foi passada aqui, entre variadas espécies vegetais, árvores de copas, plantas ornamentais, candeeiros-obeliscos de ferro fundido (autoria de Nicolau Nasoni), um coreto metálico, um chalet suiço e um aberrante mini-golf.
dos aterros que se criaram em 1882 e que permitiram a construção do Jardim do Passeio Alegre fala este documento muito interessante que já se insurgia contra o enquadramento urbano do jardim (ou a falta dele).
o "Passeio" integra o "Chafariz do Passeio Alegre" (também conhecido por fonte do cágado), classificado como "Monumento Nacional" em 1910, sendo ainda possível admirar um dos últimos quiosques da cidade do Porto, o denominado "Chalet do Passeio Alegre".
embora o Jardim só tenha sido inaugurado em 1892, o quiosque foi construído logo em 1873, transformando-se rapidamente num ponto de encontro de eleição da mais grata intelectualidade portuense de então, como Camilo Castelo Branco (1825-1890), Ramalho Ortigão (1836 - 1915) e Alberto Pimentel (1849-1925), num ambiente assumidamente romântico, marcado pela presença adjacente de residências de cariz oitocentista.
enfim, um belo domingo.
embora o Jardim só tenha sido inaugurado em 1892, o quiosque foi construído logo em 1873, transformando-se rapidamente num ponto de encontro de eleição da mais grata intelectualidade portuense de então, como Camilo Castelo Branco (1825-1890), Ramalho Ortigão (1836 - 1915) e Alberto Pimentel (1849-1925), num ambiente assumidamente romântico, marcado pela presença adjacente de residências de cariz oitocentista.
enfim, um belo domingo.
sexta-feira, março 30
somos o melhor destino da Europa
a cidade já deixou de ser só um postal.
e já é mais do que um sotaque.
hoje tem faces, tem movimento, cultura e respira de múltiplas formas.
e tem orgulho.
quinta-feira, março 22
ao Porto
© 2012 | Paulo Alves
nasci por acaso nestas pedras.
como as águas claras que correm para o mar, vou construindo a minha cidade.
ali o mar, ali as palmeiras.
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