terça-feira, abril 17
todos os segundos sábados de cada mês
a programação é variada. música, poesia, actividades infantis e cinema, esta última em parceria com o Cineclube do Porto. todos os livros contarão com 20% de desconto, estando as lojas aderentes abertas até às 20h. a ideia não é nova mas finalmente arrancou com a ajuda de uma empresa de comunicação e imagem, com chancela editorial, a Culture Print.
o projecto centra-se na zona da Mártires da Liberdade, Carlos Alberto, Cedofeita e área envolvente, a zona do Porto com maior concentração de livrarias.
a festa do livro, é o que se pretende que seja, à semelhança do que acontece com as galerias de arte em Miguel Bombarda.
quarta-feira, abril 4
Jardim do Passeio Alegre
© 2012 | Paulo Alves.
a tarde de domingo foi passada aqui, entre variadas espécies vegetais, árvores de copas, plantas ornamentais, candeeiros-obeliscos de ferro fundido (autoria de Nicolau Nasoni), um coreto metálico, um chalet suiço e um aberrante mini-golf.
dos aterros que se criaram em 1882 e que permitiram a construção do Jardim do Passeio Alegre fala este documento muito interessante que já se insurgia contra o enquadramento urbano do jardim (ou a falta dele).
o "Passeio" integra o "Chafariz do Passeio Alegre" (também conhecido por fonte do cágado), classificado como "Monumento Nacional" em 1910, sendo ainda possível admirar um dos últimos quiosques da cidade do Porto, o denominado "Chalet do Passeio Alegre".
embora o Jardim só tenha sido inaugurado em 1892, o quiosque foi construído logo em 1873, transformando-se rapidamente num ponto de encontro de eleição da mais grata intelectualidade portuense de então, como Camilo Castelo Branco (1825-1890), Ramalho Ortigão (1836 - 1915) e Alberto Pimentel (1849-1925), num ambiente assumidamente romântico, marcado pela presença adjacente de residências de cariz oitocentista.
enfim, um belo domingo.
embora o Jardim só tenha sido inaugurado em 1892, o quiosque foi construído logo em 1873, transformando-se rapidamente num ponto de encontro de eleição da mais grata intelectualidade portuense de então, como Camilo Castelo Branco (1825-1890), Ramalho Ortigão (1836 - 1915) e Alberto Pimentel (1849-1925), num ambiente assumidamente romântico, marcado pela presença adjacente de residências de cariz oitocentista.
enfim, um belo domingo.
sexta-feira, março 30
somos o melhor destino da Europa
a cidade já deixou de ser só um postal.
e já é mais do que um sotaque.
hoje tem faces, tem movimento, cultura e respira de múltiplas formas.
e tem orgulho.
quinta-feira, março 22
ao Porto
© 2012 | Paulo Alves
nasci por acaso nestas pedras.
como as águas claras que correm para o mar, vou construindo a minha cidade.
ali o mar, ali as palmeiras.
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